QUANDO DISSERMOS QUE JÁ SABEMOS O SUFICIENTE, ENTÃO COMEÇAMOS A MORRER... A BUSCA INCESSANTE PELO SABER NOS RENOVA E ENOBRECE!
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
NOTICIAS E REPORTAGENS
Estrangeirismos no português brasileiro
Yes, nós falamos English
Fernanda Scalzo - Revista Veja
João da Silva teve um dia estressante. Enfrentou um rush danado e chegou atrasado ao meeting com o sales manager da empresa onde trabalha. Antes do workshop com o expert em top marketing, foi servido um brunch, mas a comida era muito light para sua fome. À tarde, plugou-se na rede e conseguiu dar um download em alguns softwares que precisava para preparar seu paper do dia seguinte. Deletou uns tantos arquivos, pegou sua pick-up e seguiu para o point onde estava marcada uma happy hour. Mais tarde, no flat, ligou para o delivery e traçou um milk-shake e um hambúguer, enquanto assistia ao Non Stop na MTV. À noite, pôs sua camisa mais fashion, comprada num sale do shopping, e foi assistir a Shine no cinema. Voltou para o apart-hotel a tempo de ver um pedaço do seu talk-show peferido na TV.
Para o fictício João da Silva, assim como para muitos brasileiros, a língua portuguesa já não basta para descrever ou compreender o cotidiano. Cercado por anúncios de TV em inglês, músicas em inglês no rádio, cartazes (outdoors) em inglês nas ruas, expressões inglesas no trabalho, pratos em inglês nos cardápios, o brasileiro é quase um estrangeiro em sua própria terra. As grandes cadeias de alimentação espalham suas placas de fast food ou delivery pelas ruas das cidades. A publicidade adora usar palavras em inglês nos seus slogans, como se pode ver pelos casos da Nike (Just do it), do Citibank (The city never sleeps) ou da Wella (Perfectly you). Recentemente, uma conhecida marca de chocolates estampou: "Páscoa by Kopenhagen". Nos shoppings, as lojas de roupas não fazem liquidação, fazem sale. Nem dão descontos de 30% - são 30% off. Em São Paulo, uma placa esclarece que a churrascaria está open today (aberta hoje). Nem os títulos de filmes são mais traduzidos. Lançamentos recentes são Shine ou Crash. Para as distribuidoras, isso significa economia na impressão de cartazes e na criação de um título chamativo em português.
João da Silva teve um dia estressante. Enfrentou um rush danado e chegou atrasado ao meeting com o sales manager da empresa onde trabalha. Antes do workshop com o expert em top marketing, foi servido um brunch, mas a comida era muito light para sua fome. À tarde, plugou-se na rede e conseguiu dar um download em alguns softwares que precisava para preparar seu paper do dia seguinte. Deletou uns tantos arquivos, pegou sua pick-up e seguiu para o point onde estava marcada uma happy hour. Mais tarde, no flat, ligou para o delivery e traçou um milk-shake e um hambúguer, enquanto assistia ao Non Stop na MTV. À noite, pôs sua camisa mais fashion, comprada num sale do shopping, e foi assistir a Shine no cinema. Voltou para o apart-hotel a tempo de ver um pedaço do seu talk-show peferido na TV.
Para o fictício João da Silva, assim como para muitos brasileiros, a língua portuguesa já não basta para descrever ou compreender o cotidiano. Cercado por anúncios de TV em inglês, músicas em inglês no rádio, cartazes (outdoors) em inglês nas ruas, expressões inglesas no trabalho, pratos em inglês nos cardápios, o brasileiro é quase um estrangeiro em sua própria terra. As grandes cadeias de alimentação espalham suas placas de fast food ou delivery pelas ruas das cidades. A publicidade adora usar palavras em inglês nos seus slogans, como se pode ver pelos casos da Nike (Just do it), do Citibank (The city never sleeps) ou da Wella (Perfectly you). Recentemente, uma conhecida marca de chocolates estampou: "Páscoa by Kopenhagen". Nos shoppings, as lojas de roupas não fazem liquidação, fazem sale. Nem dão descontos de 30% - são 30% off. Em São Paulo, uma placa esclarece que a churrascaria está open today (aberta hoje). Nem os títulos de filmes são mais traduzidos. Lançamentos recentes são Shine ou Crash. Para as distribuidoras, isso significa economia na impressão de cartazes e na criação de um título chamativo em português.
"Yeeeeeeeeeeees" - Na atual edição do Dicionário Aurélio, contam-se 1 116 estrangeirismos, 373 deles anglicismos, ou seja, palavras importadas da língua inglesa (esse número dá conta apenas das palavras que entram em sua forma original, como know-how, por exemplo, mas não inclui palavras aportuguesadas como leiaute, de layout). A próxima edição, que está sendo preparada, terá um contingente ainda maior, impossível de calcular agora, em que já têm lugar reservado expressões como airbag e brunch. "Ainda não dá para quantificar, mas posso garantir que houve um aumento considerável nas palavras de origem inglesa", diz Paulo Geiger, editor da Nova Fronteira e da Lexicon, que publica o Aurélio. Em todo o país, não pára de aumentar a procura nas escolas que ensinam inglês desde o jardim de infância. A Escola Internacional de Curitiba cresceu de 140 alunos em 1995 para 240 neste ano, sendo a metade de brasileiros. Lá os alunos têm todas as aulas em inglês e tiram o diploma internacional de 2º grau, o que possibilita ingressar numa universidade americana. A Escola Americana de Belo Horizonte triplicou seu número de alunos nos últimos quatro anos. No Brasil, existem dezesseis escolas internacionais, que somam mais de 10 000 alunos. Antes, eram filhos de diplomatas e executivos de multinacionais que se matriculavam nesses estabelecimentos. Agora, são filhos de brasileiros - convencidos de que alfabetizar as crianças numa língua estrangeira é uma das melhores providências a tomar quanto a seu futuro. Também existem, hoje em dia, cerca de 4 000 escolas de inglês espalhadas pelo país. É um número estimado, já que muitas abrem e fecham suas portas sem ter chegado a se registrar. Os sindicatos que agrupam essas escolas no Estados estimam que, nos últimos cinco anos, o número de escolas de inglês quadruplicou.
Nenhum pai precisa ficar especialmente inquieto quando vê seu filho cerrar os punhos e gritar, numa hora de alegria, "Yeeeeeeeeeeees". Essa expansão da língua inglesa é um fenômeno conhecido: quanto maior o poder econômico de um país, maior a sua expansão linguística. O latim tornou-se a base da maioria das línguas europeias porque era falado pela grande potência da época, o Império Romano. Num período em que os Estados Unidos se firmam como a potência número 1 do planeta, é natural que seu idioma adquira essa força, não apenas nos países do Brasil, mas tanto nos países ricos da Europa como nos pobres na África. É em função disso que existem países como a Holanda, nações bilíngues onde a população fala a língua original - que só eles entendem - mas uma porção muito grande também fala inglês, presente no rádio e na televisão. Em algumas áreas, o domínio de inglês é ferramenta de trabalho. Nos negócios, por exemplo, um executivo não é ninguém se não domina o jargão, que é todo em inglês. É o equivalente a ser advogado e não saber latim no século passado. No Brasil, as palavras que vêm da tecnologia, da ciência ou da medicina, como Aids (veja quadro no final da reportagem), em geral são assimiladas antes de ganhar tradução. Por exemplo, software (programa), upgrade (expansão), e-mail (correio eletrônico). "O inglês é a língua mãe do computador", argumenta Osvaldo Barbosa, gerente de marketing da Microsoft Brasil. "Se cada país traduzisse seus comandos numa linguagem própria, haveria uma perda de tempo muito grande." (...) A maioria dos habitantes da colônia falava o tupi-guarani até o fim do século XVIII. Com a chegada da família real em 1808, proibiu-se a língua indígena e o português tornou-se obrigatório. A experiência ensina que uma língua pode acabar assim - suprimida, num país colonizado -, mas não em função de estrangeirismos.
Isso porque pesa a força econômica de cada língua mas também a tradição cultural de cada país. O sol nunca se punha sob o império da rainha Vitória, no século passado, mas a língua que mais se queria aprender era o francês, e não o inglês. Eram francesas as peças de teatro que faziam sucesso, os romancistas, os filósofos - foi a matriz francesa do iluminismo que marcou a cultura ocidental como nenhuma outra. Entre os séculos XII e XIII, a Inglaterra, invadida pelos normandos e pelos bárbaros, incorporou à sua língua inúmeros vocábulos do latim e do alemão. Muito mais rico é examinar os valores e a memória que desembarcam no país junto com as palavras estrangeiras. Para identificá-los, um recurso é observar campanhas publicitárias.
Exemplos curiosos - "Sale ou off passam mil significados que não estão em liquidação: adotam-se termos em inglês para passar a ideia de que o produto é sofisticado", diz o linguista Dino Preti, professor da PUC-SP. Isso não ocorre apenas nos cartazes de lojas. Os produtos, até os nacionais, abusam em seus rótulos de qualificativos como plus, light, vip, master, diet, clean, dando a entender que também são para um público de maior poder aquisitivo. Em determinados lugares, sem conhecimentos básicos de inglês, ficou difícil fazer compras. Está embutida no uso de anglicismos uma ideologia de definição de uma camada que se enxerga no topo do país, acima dele, na verdade. "No Brasil, usa-se a língua estrangeira para criar jogos de inferioridade", explica o linguista americano Eric Mitchell Sabinson, que ensina tradução no Departamento de Linguística Aplicada da Unicamp. O que os dois professores querem dizer é que o inglês serve, em alguns casos, para demarcar uma diferença social - como se apreende naquelas tabelas que falam o que é in e o que é out.
(...)
Nenhum pai precisa ficar especialmente inquieto quando vê seu filho cerrar os punhos e gritar, numa hora de alegria, "Yeeeeeeeeeeees". Essa expansão da língua inglesa é um fenômeno conhecido: quanto maior o poder econômico de um país, maior a sua expansão linguística. O latim tornou-se a base da maioria das línguas europeias porque era falado pela grande potência da época, o Império Romano. Num período em que os Estados Unidos se firmam como a potência número 1 do planeta, é natural que seu idioma adquira essa força, não apenas nos países do Brasil, mas tanto nos países ricos da Europa como nos pobres na África. É em função disso que existem países como a Holanda, nações bilíngues onde a população fala a língua original - que só eles entendem - mas uma porção muito grande também fala inglês, presente no rádio e na televisão. Em algumas áreas, o domínio de inglês é ferramenta de trabalho. Nos negócios, por exemplo, um executivo não é ninguém se não domina o jargão, que é todo em inglês. É o equivalente a ser advogado e não saber latim no século passado. No Brasil, as palavras que vêm da tecnologia, da ciência ou da medicina, como Aids (veja quadro no final da reportagem), em geral são assimiladas antes de ganhar tradução. Por exemplo, software (programa), upgrade (expansão), e-mail (correio eletrônico). "O inglês é a língua mãe do computador", argumenta Osvaldo Barbosa, gerente de marketing da Microsoft Brasil. "Se cada país traduzisse seus comandos numa linguagem própria, haveria uma perda de tempo muito grande." (...) A maioria dos habitantes da colônia falava o tupi-guarani até o fim do século XVIII. Com a chegada da família real em 1808, proibiu-se a língua indígena e o português tornou-se obrigatório. A experiência ensina que uma língua pode acabar assim - suprimida, num país colonizado -, mas não em função de estrangeirismos.
Isso porque pesa a força econômica de cada língua mas também a tradição cultural de cada país. O sol nunca se punha sob o império da rainha Vitória, no século passado, mas a língua que mais se queria aprender era o francês, e não o inglês. Eram francesas as peças de teatro que faziam sucesso, os romancistas, os filósofos - foi a matriz francesa do iluminismo que marcou a cultura ocidental como nenhuma outra. Entre os séculos XII e XIII, a Inglaterra, invadida pelos normandos e pelos bárbaros, incorporou à sua língua inúmeros vocábulos do latim e do alemão. Muito mais rico é examinar os valores e a memória que desembarcam no país junto com as palavras estrangeiras. Para identificá-los, um recurso é observar campanhas publicitárias.
Exemplos curiosos - "Sale ou off passam mil significados que não estão em liquidação: adotam-se termos em inglês para passar a ideia de que o produto é sofisticado", diz o linguista Dino Preti, professor da PUC-SP. Isso não ocorre apenas nos cartazes de lojas. Os produtos, até os nacionais, abusam em seus rótulos de qualificativos como plus, light, vip, master, diet, clean, dando a entender que também são para um público de maior poder aquisitivo. Em determinados lugares, sem conhecimentos básicos de inglês, ficou difícil fazer compras. Está embutida no uso de anglicismos uma ideologia de definição de uma camada que se enxerga no topo do país, acima dele, na verdade. "No Brasil, usa-se a língua estrangeira para criar jogos de inferioridade", explica o linguista americano Eric Mitchell Sabinson, que ensina tradução no Departamento de Linguística Aplicada da Unicamp. O que os dois professores querem dizer é que o inglês serve, em alguns casos, para demarcar uma diferença social - como se apreende naquelas tabelas que falam o que é in e o que é out.
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Mesmo em livrarias especializadas em importados, como a Cultura, de São Paulo, o volume de vendas de livros em inglês gira em torno de 20%. "O leitor médio brasileiro não está habilitado a ler um romance em inglês, só lê livros de aprendizado da língua, nos quais o vocabulário limita-se entre 500 e 800 palavras, diz Pedro Hertz, diretor da livraria. Na novela A Indomada, exibida no horário nobre da Globo, a direção da emissora teve de pedir aos autores que moderassem o uso do idioma porque as pessoas não estavam entendendo a trama. A Indomada estava começando a ser vítima da própria mania que pretende denunciar. "A novela é uma sátira, faz crítica social em cima da mania do brasileiro de usar palavras americanas. O brasileiro é deslumbrado com tudo que vem de fora", diz Ricardo Linhares, que assina a autoria de A Indomada junto com Aguinaldo Silva. Analisar as letras das bandas brasileiras de heavy metal, todas em inglês, todas sem pé nem cabeça, mostra também que é falsa a ideia de que o jovem brasileiro domina o idioma apenas porque convive, desde a infância, com a música americana.
Por que a Sida não emplacou Por que a palavra Aids (Acquired Imuno-deficiency Syndrome) vingou no Brasil em vez de sua tradução Sida, usada em todos os outros países de língua latina? Segundo Wildney Feres Contrera, vice-presidente do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids, Gapa, ao começar a chamar a doença de Sida vieram junto as piadas. "As pessoas diziam: 'Ele está com a sidinha' ou 'A sidinha pegou ele', com um tom pejorativo", lembra. Além do problema com o apelido Cida, muito comum no Brasil - o que poderia ter criado uma situação semelhante à do Bráulio, uma década depois -, a sigla traduzida remetia também à santa padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. Para não associar a doença, que quando apareceu no começo dos anos 80 era completamente misteriosa e foi até chamada de "câncer gay", com personagens nacionais, os médicos e a imprensa acabaram optando pela sigla americana, que não remetia a nada conhecido. "Mas é apenas uma hipótese", diz Wildney. "Não se tem certeza se foi isso mesmo que ocorreu." Realmente, essa explicação parece mirabolante demais para ser verdadeira. A maioria dos médicos acha que o brasileiro passou a falar Aids e não Sida numa atitude coerente com o costume de falar hotdog e não cachorro-quente, mouse e não camundongo, e assim por diante. Para o Ministério da Saúde, o termo Aids vingou porque foi incorporado imediatamente no Brasil pelos médicos. Foram eles que, em entrevistas, disseminaram a palavra na imprensa, que por sua vez a espalhou no país. Desde as primeiras reportagens na imprensa escrita sobre a síndrome, que datam de 1983, aparece o nome em inglês, associado a outras designações como "doença dos homossexuais" - já que, na época, não se sabia direito o que era. Ou seja: é, provavelmente, mais um exemplo dos interessados no transplante direto de palavras inglesas, sem a preocupação de traduzi-las. |
Com reportagem de Angela Pimenta, de São Paulo, Pedro Andrade, de Lisboa, Maria Lúcia Delgado, de Belo Horizonte, Arthur Rosa, de Curitiba, e Carla Aragão, de Salvador.
INGLÊS É FUNDAMENTAL NA ÁREA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO
Inglês para a área de TI
Inglês é fundamentalJacqueline Lafloufa
In: http://br.noticias.yahoo.com/especiais/mercadoti_artigo2
In: http://br.noticias.yahoo.com/especiais/mercadoti_artigo2
Houve um tempo em que saber inglês era um diferencial para a carreira profissional. Hoje, em especial na área de TI, o conhecimento do idioma é fundamental, já que grande parte das atividades relacionadas envolve seu uso. Essa necessidade básica advém da globalização do mercado, que atualmente conta com multinacionais que elegem o inglês como língua 'universal' dentro da empresa. "Em multinacionais, muitos dos líderes e gestores são estrangeiros, fazendo com que as reuniões e comunicações internas sejam realizadas em inglês, mesmo que você utilize a língua local para conversar com seus colegas de mesmo nível hierárquico", explica Bruno Franciscon Mazzotti, recém-formado em Ciência da Computação pela Universidade de São Paulo (USP), campus São Carlos.
Em geral, grande parte dos processos seletivos para a área de TI requer inglês, ainda que em nível 'instrumental' – quando não se tem o domínio do idioma, mas é possível compreender assuntos, porém sem muitos detalhes – para compreender manuais, textos técnicos e para utilizar programas desenvolvidos nessa língua. Nas multinacionais, alguns dos processos seletivos costumam ter uma etapa em inglês, como forma de avaliar a desenvoltura do candidato no idioma. "São provas e exercícios realizados em inglês, e a desenvoltura no idioma é certamente um destaque", conta Guilherme Junqueira, Analista de Desempenho da Inmetrics.
Logicamente, o conhecimento do inglês não é algo determinante na carreira de um profissional talentoso. "Muita gente que só fala português consegue se destacar nas empresas, principalmente se forem empreendedores. Estes não 'precisam' falar uma língua estrangeira porque, no momento em que precisarem, podem contratar alguém que o faça", pontua Bruno Mendes dos Santos, produtor de games da Tectoy Digital. Contudo, o idioma está tão infiltrado na área de TI que é complicado conseguir atravessar a formação acadêmica sem ao menos ter de lidar com o idioma de maneira 'instrumental'. "Eu diria que 99,9% da documentação de TI está disponível em inglês. Se não houver fluência, é necessário ao menos compreender o inglês instrumental. Quem ocupa cargos gerenciais, precisa do inglês para dar conta do relacionamento com clientes e fornecedores internacionais", lembra dos Santos.
Para os jovens graduandos da área, o básico pode ser aceitável, mas professores e profissionais do ramo destacam que apenas o conhecimento dos jargões técnicos pode não ser suficiente no dia a dia dentro das empresas. "Com a globalização da economia e a ocorrência cada vez mais frequente de projetos que envolvem clientes em outros países, o nível de conhecimento de inglês exigido dos profissionais de TI vem aumentando gradativamente", lembra Roberto Carlos Mayer, presidente de Assespro São Paulo e diretor da MBI. "O conhecimento técnico somente não é suficiente para que o profissional lide bem com a demanda do trabalho.

De modo geral, os jovens conhecem os termos técnicos e jargões da área. O que lhes prejudica é a pronúncia inadequada desses termos, o que pode causar sérios ruídos de comunicação", alerta Lizika Goldchleger, gerente acadêmica da escola de idiomas Cultura Inglesa. "O cotidiano de um profissional jovem da área de TI em uma multinacional envolve interagir intensamente em inglês com clientes e colegas de várias partes do mundo. O que falta, normalmente, é a fluência e a assertividade na hora de explicar um problema, dar uma solução com clareza e objetividade, dar e pedir esclarecimentos, concordar e/ou discordar de forma assertiva, porém educada, e saber lidar com situações de alto grau de urgência de forma calma e precisa", esclarece ela.
Um jeito de dar uma 'arrancada' no inglês é fazer um curso de imersão no exterior. A grande vantagem é que ao passar uma temporada em um país anglófono, o esforço para falar em inglês é diário, já que praticamente todas as suas atividades precisam ser realizadas no idioma. Mas se você não tem essa possibilidade, não se preocupe: cursos nacionais podem te dar o mesmo traquejo que uma viagem internacional. A dica é se dedicar e se esforçar. "Não são exceções os casos de alunos brasileiros que nunca viajaram [para fora do país] e que têm extremo sucesso e níveis de proficiência avançados", afirma o professor doutor Marcos Cesar Polifemi, diretor do Centro de Linguística Aplicada da Yázigi Internexus. "Uma forma de abreviar o tempo de aprendizagem é organizar-se e dedicar pelo menos 30 minutos por dia para autoestudo", sugere Lizika, da Cultura Inglesa.
Quem já tem inglês em nível básico pode se interessar também por cursos específicos para a área de TI, que dão ênfase aos termos técnicos e assuntos discutidos no setor de TI. "Trabalham-se os jargões da área e também o vocabulário relacionado à carreira e a entrevistas de emprego em cursos voltados tanto para a leitura como para a conversação e compreensão oral", esclarece Charles Niza, sócio-fundador da escola IT Passport, especializada em cursos de inglês para a área de tecnologia.
É importante frisar também que, atualmente, ter desenvoltura em outro idioma além do inglês é considerado um diferencial. Isso porque mais do que uma ferramenta de comunicação, o conhecimento de outro idioma demonstra vontade de crescer. "Saber outra língua significa ter ao seu alcance muito mais informação disponível e mostrar que tem disposição para aprender além do necessário para sua especialidade profissional", afirma Bruno Mendes dos Santos, da Tectoy Digital. E ao se esforçar para falar o idioma nativo de um estrangeiro, ganha-se muito em termos de relacionamento. "Poucas coisas deixam um estrangeiro não anglófono tão feliz do que falar a língua dele. Já conquistei a confiança de alemães, suíços e austríacos porque falava em alemão com eles, mesmo que só um pouco, pois a língua-padrão em emails e conferência é o inglês. Assim como os brasileiros, eles entendem que falar a língua deles significa que você se interessa pelo mundo deles", revela dos Santos.
PIADAS EM INGLES
At School
The Science TeacherThe science teacher explained to his class that long waves can go round objects but short waves cannot. Seeing blank faces, he picked up his hat, held it in front of his face and asked the nearest pupil, "Can you see my face?" "No sir." "Can you hear my voice?" "Yes sir." "What does that show?" He hoped for the answer that sound waves are long and light waves short, but the boy retorted hopefully, "You're talking through your hat, sir." * | ![]() |
Good Manners
A teacher was giving her class of small children a lesson on good manners.
"Suppose, by mistake, you step on a lady's foot. What do you do?"
"I say pardon me."
"Very good. Now suppose the lady, to reward you, gives you a coin. What do you do?"
"Step on the other foot to get a second one."
Don't generalize
In a school in the States, the teacher had just described Christopher Columbus' discovery of America.
"Just imagine, children, if he had not risked the ocean, you would not be here today. Wasn't he marvellous?"
All the children cheered, except one.
"Aren't you pleased young fellow?"
"No miss."
"Why?"
"I'm an Indian."
"Just imagine, children, if he had not risked the ocean, you would not be here today. Wasn't he marvellous?"
All the children cheered, except one.
"Aren't you pleased young fellow?"
"No miss."
"Why?"
"I'm an Indian."
CURIOSIDADES
MERRY Christmas ou HAPPY Christmas?

Merry Christmas ou Happy Christmas são saudações que se falam para desejar a uma pessoa um natal agradável, bom, feliz. Ambas significam a mesma coisa ("Bom Natal", "Feliz Natal") e são consideradas Holiday Greetings: uma seleção de cumprimentos proferidos entre os meses de dezembro e janeiro, como, por exemplo, no Natal e no Ano Novo. Uma saudação em inglês consiste tipicamente na palavra "happy" (feliz, bom) seguida do nome da festividade, como, por exemplo, "Happy New Year" (Feliz Ano Novo), embora a expressão "Merry Christmas", com Merry no lugar de Happy, seja uma exceção importante.
Ambos "Merry Christmas" e "Happy Christmas" são tradicionalmente utilizados na América do Norte, Reino Unido, Irlanda e Austrália, e começam a ser usados algumas semanas antes do Natal de cada ano. "Merry Christmas" é a saudação tradicionalmente mais utilizada nos Estados Unidos e no Reino Unido, composto por Merry (= jolly, happy) e Christmas (do Inglês Antigo: Cristes mæsse, para Christ's Mass, Festa de Cristo). Seus significados e variações são:
- "Merry Xmas", forma mais sucinta para "Merry Christmas,", onde o X fica no lugar de Christ (Cristo).
- "Happy Christmas" é um equivalente e é mais utilizado no Reino Unido e na Irlanda, ao mesmo tempo em que também se utiliza "Merry Christmas", com o mesmo significado nesses países.
| História da saudação Merry Christmas "Merry" deriva do Inglês Antigo myrige, e originalmente significava "agradável" em vez de "alegre", "animado". Embora o Natal seja celebrado desde o século IV D.C., o primeiro uso conhecido de qualquer saudação natalina data de 1565, quando aparece em The Hereford Municipal Manuscript: "And thus I comitt you to God, who send you a merry Christmas". "Merry Christmas and a Happy New Year" (assim, incorporando duas saudações) constava em uma carta informal escrita por um almirante em 1699. A mesma expressão aparece no cântico natalino (carol) inglês "We Wish You a Merry Christmas", e no primeiro cartão de natal, produzido na Inglaterra em 1843. | ![]() |
Também em 1843, foi publicado "A Christmas Carol" (Um Cântico de Natal), de Charles Dickens, durante o ressurgimento da comemoração na Era Vitoriana. A palavra Merry estava nesta época começando a tomar seu significado atual de "jovial, animado, alegre e amigável". "Merry Christmas" neste novo contexto aparecia proeminentemente em "A Christmas Carol". A popularidade instantânea de "A Christmas Carol", as tradições natalinas da era vitoriana que o livro tipifica e o novo significado do termo que aparece no livro de Dickens contribuíram para popularizar a expressão "Merry Christmas".
História da saudação Happy Christmas
A saudação alternativa "Happy Christmas" começou a ser utilizada no final do século XIX e ainda é comum no Reino Unido e Irlanda, ao lado de "Merry Christmas". Uma razão para isso talvez possa ser a influência da classe média Vitoriana Metodista, na tentativa de separar seu constructo de celebração sadia de Natal daquele simbolizado pela embriaguez pública comum à classe baixa e pelo comportamento antissociável associado a essa classe, quando merry também podia ser interpretado como "embriagado", "bêbado" (slightly drunk, tipsy). Dizem que a Rainha Elizabeth II prefere "Happy Christmas" justamente por essa razão. No poema americano de Clement Moore, "A Visit from St. Nicholas" (1823), o verso final, escrito originalmente como "Happy Christmas to all, and to all a good night" (Feliz natal a todos, e a todos uma boa noite), foi modificado em muitas edições posteriores para "Merry Christmas to all (...)", indicando talvez a relativa popularidade da expressão nos Estados Unidos.
CURIOSIDADES
Por que se usa "@" (at sign ou at symbol) em endereços eletrônicos?
Criado para ser uma unidade de medida, o arroba virou símbolo dos tempos modernos, ganhou status de design e passou a fazer parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York.

Ele nasceu assim... Quando o latim ainda era língua corrente, a contração da preposição ad (que tem o sentido de lugar e movimento) se parecia com o @. Mas o arroba, tal como o conhecemos hoje, nasceu no século 16, em Florença. Na época, o marchante Francesco Lapi o usou para simbolizar uma unidade de medida. Ela era baseada na ânfora (um vaso de terracota) usada nos mercados italianos para medir grãos e outros bens de consumo. Com o tempo, foi caindo em desuso e, hoje, o símbolo ainda tem o nome de uma unidade de medida somente em português e espanhol. Na era moderna, o arroba virou propriedade dos contadores. Por isso, o sinal entrou para o teclado básico das máquinas de escrever em 1885. Mas foi apenas no fim do século 20 que ele virou o ícone da era digital. O arroba estava quase morto até o engenheiro elétrico norte-americano Ray Tomlinson inventar o e-mail, em 1971. Ele escolheu o símbolo para ser a liga dos endereços de e-mail. As razões? Primeiro por ser um ícone que já existia nos teclados e não tinha nenhuma função para a maioria da população. Segundo, porque os norte-americanos chamam o sinal de "at", abreviação da expressão at the rate of (à medida que). At tem a função de lugar: onde, está. Traduzindo um endereço de e-mail, a escolha fica óbvia. O usuário fulano de tal está no provedor X: fulanodetal@provedorX. |
O que é? O que é? É redondinho e perfeitinho. Você o usa várias vezes ao dia, mas não dá a mínima atenção para a sua existência. Tem o mesmo significado no mundo inteiro. Só começou a ser usado intensamente há pouco mais de 10 anos. E, recentemente, virou peça de museu? Acertou quem respondeu o arroba. É isso mesmo, o símbolo @. Depois de mais de décadas escondido nos endereços dos nossos e-mails, foi apenas em 2010 que o arroba virou tendência. Para isso, bastou a curadora do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), Paola Antonelli, decretar.
Tudo começou quando Antonelli se reuniu com os 25 membros do comitê do Departamento de Arquitetura e Design do MoMa, o qual preside. Eles avaliaram a importância do arroba para o design e decidiram acrescentar o ícone às 175 mil peças do acervo do museu, sem nenhum custo para a instituição. Afinal, o arroba não tem dono e não tinha de quem comprar. A justificativa da escolha é simples: é o marco da geração da tecnologia do século 21.
– É um design de extraordinária elegância e economia – justificou Paola no blog do museu. Isso foi o suficiente para criar o mito em torno do símbolo internacionalmente conhecido.
A mística em volta do arroba não é recente. As mais diversas áreas já o estudaram. Em cada uma delas, o símbolo tinha significados diferentes. O pessoal da tecnologia foi quem elevou o status do arroba, ao usá-lo para constituir o primeiro endereço de e-mail. Já os linguistas acham fascinante a sua transformação em símbolo universal. Independentemente da língua que se fala, ele tem pelo menos uma função: identificar o provedor do seu e-mail. Mas após esse renascimento do sinal, os designers se apropriaram dele como um ícone graficamente elegante, simples e funcional.
A decisão de Paola de acrescentar o arroba ao acervo do MoMA despertou uma interessante discussão sobre o que pode ser design. Em texto divulgado no blog oficial do museu, a curadora defende que, assim como a arte contemporânea e a arquitetura, o design também pode ter manifestações inesperadas.
– A aquisição do @ vai um passo à frente. Eu acredito que não é mais necessário ter a possessão física de objetos para adquiri-los – diz.
Para tomar tal decisão, ela e o comitê avaliaram a forma, o significado, a função, a inovação, os aspectos culturais, o processo e a necessidade do produto. O arroba pode até não ter sido desenvolvido com a intenção de ser um símbolo de design, mas ele é tão funcional que acabou sendo adotado pelos profissionais da área. As razões são as mais diversas. Primeiro, ele ressurgiu para resolver um problema: simplificar uma complicada linguagem de programação de e-mail. Segundo, ele já era um ícone existente no alfabeto. Por isso, foi adicionado aos teclados e reutilizado sem custos para os fabricantes de máquinas de escrever e, mais tarde, computadores. E, finalmente, ele continuou a ter a função original de estabelecer conexões.
Em cada língua, um nome Nas mais diversas línguas, o @ tem significados diferentes. Confira os mais interessantes: - Alemão: rabo de macaco. - Chinês: pequeno rato. - Italiano e francês: caracol. - Filandês: gato dormindo. - Russo: cachorro. - Espanhol e português: unidade de medida. |
ATIVIDADES DE LÍNGUA INGLESA
Aposte certo (6º e 8º anos)
From: http://www.linguaestrangeira.pro.br/novas_dicas/dica70.htm
By: Prof. Vivian Magalhães
Esse é um jogo em que a sorte contribui muito para determinar quem vai ganhar, mas uma visão mais ampla de mundo também ajuda.
1. Distribua para os alunos (ou peça para eles copiarem do quadro) o seguinte quadro:
| Minha aposta | Minha resposta | Pontuação | |
| 1. | |||
| 2. | |||
| 3. | |||
| 4. | |||
| 5. | |||
| 6. | |||
| 7. | |||
| 8. |
2. Explique aos alunos as regras do jogo: antes de saber o teor de cada pergunta, eles apostarão entre 1 e 500 pontos na coluna "minha aposta" (uma linha de cada vez). Por exemplo: no número 1, um determinado aluno aposta 300 pontos. Aí você lê a pergunta: "How many legs does a spider have?" (= Quantas pernas tem uma aranha?). Todos escrevem os seus palpites na coluna "Minha resposta". Você dá a resposta correta (8). Se o aluno que apostou 300 pontos acertou, vai escrever +300 na coluna "pontuação". Se errou, vai escrever -300.
3. Passe para a segunda pergunta, onde os alunos apostam, você lê a pergunta, eles escrevem as suas respostas, você lê a resposta certa e eles anotam os pontos para aquela rodada. Obviamente que em alguns casos os alunos não saberão a resposta e terão de "chutar". Assim acontece sucessivamente, até que todas as perguntas tenham sido feitas.
4. Depois de computados os pontos para a última pergunta, cada um conta os seus pontos. Quem conseguir somar mais pontos (positivos, obviamente), ganha o jogo.
Essa brincadeira é ótima para revisar frases com "how many" (= Quantos) e com o pronome relativo "who".
Vou dar, abaixo, alguns exemplos de perguntas que eu usei com meus alunos. Note que o nível de dificuldade das perguntas é bem variado:
(Sexto ano, antiga quinta série:)
1. How many legs does a spider have? (8)
2. How many days are there in the month of April? (30)
3. How many players are there in a basketball game? (5)
4. How many bones are there in the human body, more than 200 or less than 200? (More than 200)
5. How many letters are there in the English alphabet? (26)
6. How many states are there in Brasil? (26)
7. How many meters are there in a kilometer? (1000)
8. How many cards are there in a deck of cards, not counting the Joker? (52)
(Oitavo ano, antiga sétima série:)
1. He's a detective who solved many crimes with the help of his friend, Watson. (Sherlock Holmes)
2. He's the painter who painted Mona Lisa. (Leonardo DaVinci)
3. He's a very famous writer who wrote Romeo and Juliet and Hamlet. (Shakespeare)
4. He's the player who scored a goal with his hand for Argentina in the World Cup of 1986. (Maradona)
5. She's the actress who played the part of Silvia in "Duas Caras" (Alinne Moraes)
6. She was a beautiful princess who died in a car accident in 1997. She had two sons, William and Harry. (Princess Diana)
7. He's the president who heard the question "Por que no te callas?" from the King of Spain. (Hugo Chávez)
8. He's the athlete who won eight medals in swimming in the last Para-Olympic games of 2008. (Daniel Dias)
FALSOS COGNATOS
FALSOS COGNATOS - FALSE FRIENDS
Apesar das diferenças entre o português e o inglês, ambos os idiomas têm palavras que se assemelham na escrita ou no som. Algumas dessas palavras de fato possuem o mesmo significado nas duas línguas (como television e computer, que se traduzem por “televisão” e “computador”, respectivamente). Essas palavras que têm semelhança ortográfica e mesmo significado em diferentes línguas chamam-se cognatos.
Entretanto, existem outras palavras que diferem completa ou parcialmente quanto ao significado, apesar de a ortografia nos levar a pensar que elas realmente tenham o mesmo significado no português. Estes pares de palavras são conhecidos como False Cognates ou False Friends (Falsos Cognatos ou Falsos Amigos). A seguir, apresentamos uma lista com a seleção das palavras mais trickys (enganosas), organizadas da seguinte maneira: na 1ª coluna encontram-se o falso cognato e o seu significado em português e, na segunda, a palavra em português com semelhança àquela do inglês e a tradução para o inglês:
Ir para:
![]() | Actual - real, verdadeiro | atual - current | |
| Actually - na verdade, de fato | atualmente - currently, nowadays | ||
| Adept - perito, profundo conhecedor | adepto - follower, supporter | ||
| Advert - notar | advertir - to warn, to advise | ||
| Agenda - pauta do dia, pauta para discussões | agenda - organizer, diary | ||
| Alias – nome falso, cognato | aliás - else, moreover, furthermore/ besides / by the way | ||
| Alms - esmola | almas - souls | ||
| Alumnus – aluno já formado | aluno - student, pupil | ||
| Amass – acumular, juntar | amassar - to crush | ||
| Anthem – hino | antena - aerial, antenna / antena parabólica - satellite dish | ||
| Anticipate - prever; preceder | antecipar (adiantar) - to advance, to move forward | ||
| Antique – objeto de arte antigo, antiguidade | antigo - old, ancient | ||
| Apologize – desculpar-se | apologizar (fazer apologia) - to make defense | ||
| Apparel – vestuário em geral | aparelho - equipment, apparatus / device/ machine / braces (aparelho ortodôntico) | ||
![]() | Example: She was refined in her choice of apparel. (Ela tinha bom gosto na escolha de seu vestuário.) | ||
| Application - inscrição, registro, uso | aplicação (investir dinheiro)- to invest money | ||
| Appoint – nomear, marcar, designar | apontar (para alguém ou alguma coisa) - to point to, to point at | ||
| Appointment - compromisso profissional | apontamento (observação) - note | ||
| Assist - ajudar, dar assistência | assistir (ver, olhar) - to watch | ||
| Assume - presumir, supor | assumir - to undertake, to take over | ||
| Attend - assistir, participar de | atender (a telefone, porta ou campainha)- to answer the telephone, the door, the door-bell | ||
| Available – válido, disponível | avaliável - ratable | ||
| Avocado – abacate | advogado - lawyer | ||
![]() | Balcony - sacada, varanda suspensa | balcão - counter |
Example: The legendary balcony where Juliet Capulet is said to have pined for Romeo is one of the most visited sites in Italy. (A lendária sacada onde dizem que Julieta Capuleto sentiu saudades de Romeu é uma das mais visitadas da Itália.) | ![]() | |
| Barracks – caserna, quartel | barraca - tent | |
| Beef - carne bovina | bife - steak | |
| Bond – elo, vínculo, apólice | bonde - streetcar, trolley car (USA), cable car, tram | |
| Brand – marca | brando - tender, soft, mild, temperate |
![]() | Cafeteria - refeitório, bandejão, cantina | cafeteria - coffeehouse, coffee shop, coffee bar, cafe, etc. |
| Camp – acampamento militar | campo - field | |
| Candor – sinceridade, franqueza | candura - candidness | |
| Cargo - carga | cargo - post, position | |
| Carton - caixa de papelão | cartão - card | |
| Casualty - baixa (mortes em acidente ou guerra) | casualidade - chance | |
| Chef - chefe de cozinha | chefe - boss, chief | |
| China– porcelana, louça de porcelana | China (país) - China | |
| Cigar – charuto | cigarro - cigarette | |
| Collar - gola, colarinho, coleira | colar (noun) - necklace / colar (verb) - to glue | |
| College – faculdade | colégio - school | |
| Commodity - artigo, mercadoria | comodidade - convenience | |
| Comprehensive - abrangente, extenso | compreensivo - understanding / tolerant, sympathetic | |
| Conceal - ocultar, dissimular | conselho - advice (a piece of advice = um conselho) | |
| Confident - confiante | confidente - confidant | |
| Construe – explicar, interpelar | construir - to build | |
| Contest - competição, concurso | contestar - to impeach, to impugn / to controvert, to challenge /to object | |
| Conversant – conhecedor, versado | conversador - talkative person, loquacious person, talker, conversationalist | |
| Converse – oposto, contrário | conversa - chat, talk | |
| Convict - réu, condenado, prisioneiros | convicto - sure, certain, positive | |
Example: Two of the convicts have escaped from prison. (Dois dos prisioneiros escaparam da prisão.) | ![]() | |
| Costume - fantasia (traje), traje típico | costume - habit, custom | |
| Curse - maldição, praga, xingamento | curso - course |
![]() | Dairy - laticínios, fábrica de laticínios | diário (noun) - diary; daily (adjective) |
| Data - dados (números, informações) | data - date | |
Deception - engano, ilusão | decepção - disappointment | |
| Dent - amasso, marca de batida | dente - tooth | |
Example: My car has a dent where it hit a tree. (Meu carro está amassado onde se chocou contra uma árvore.) | ![]() | |
| Dependable - confiável | dependente - dependant, dependent / relative; subordinate | |
| Design - projetar, criar / projeto, estilo | designar - to appoint | |
| Devolve - transferir | devolver - to return, give back, refund (especially money), to render (restituir) | |
| Discrete – distinto, separado | discreto - discreet, tactful, reserved, | |
| Discussion – debate, considerações | discussão (desavença, bate-boca) - argument | |
| Disgusting – nojento, repulsivo | desgostoso - displeased, dissatisfied | |
| Divert – desviar | divertir - to entertain, to amuse / divertir-se - to enjoy oneself, to have fun | |
| Diversion - desvio | diversão - amusement / fun / entertainment, pastime / parque de diversões - amusement park. | |
| Doze - cochilar | doze (number) - twelve / dose - dose |
| Education - instrução, formação escolar | educação (boas maneiras) - politeness, good manners | |
| Effective - eficaz, que produz efeito | efetivo - permanent | |
| Elaborate – esmerar, aperfeiçoar | elaborar - develop, prepare | |
| Engross – monopolizar | engrossar - to enlarge, to thicken | |
| Enroll - inscrever-se, matricular-se | enrolar - to roll | |
| Estate – bens, patrimônio | estado - state | |
| Estrange – separar, apartar | estranho - strange | |
| Eventually - finalmente | eventualmente - occasionally | |
| Exigency – urgência, situação de emergência | exigência - demand | |
| Exit - saída | êxito - success, effect, result, outcome, triumph | |
| Expert - especialista, perito | esperto - smart, clever | |
| Exquisite – refinado, requintado, seleto, belo, fino | esquisito - strange, weird, odd | |
![]() | Example: There is an exquisite lampshade in the living room. (Há uma abajur refinado na sala de estar.) |
![]() | Fabric - tecido | fábrica - plant, factory |
Example: The dressmaker measured off enough fabric for a dress. (A costureira mediu tecido suficiente para um vestido.) | ![]() | |
| Fate - destino | fato - fact, event, happening | |
| Figure - número | figura - picture | |
| File - arquivo | fila - line, queue | |
| Flagrant - espalhafatoso, escandaloso | flagrante - at the very moment / em flagrante - in the act, red-handed / pegar em flagrante - to take by surprise |
![]() | Gem - pedra preciosa, jóia, pérola | gema (ovo) - yolk |
| Genial - afável, aprazível | genial - brilliant | |
| Gentility – fidalguia, nobreza | gentileza - kindness, niceness | |
| Gracious – benévolo, bondoso | gracioso - graceful | |
| Grand – grandioso, nobre, magnífico | grande (tamanho, volume) - big, large | |
| Gratuity - gratificação, gorjeta | gratuito - free | |
| Grip - segurar firme | gripe - influenza, flu | |
| Gripe (noun) - queixa, reclamação Gripe (verb) - reclamar continuamente Example: I have a gripe about the service here. (Tenho uma queixa sobre o serviço daqui.) | ![]() |
![]() | Hazard - risco, perigo, arriscar, colocar em risco
| azar - bad luck | |
| Hostage – refém | hóspede - guest |
![]() | Idioms – expressões idiomáticas | idiomas - languages |
| Income tax return – declaração de imposto de renda | income tax refund - devolução do imposto de renda | |
| Ingenuity – engenhosidade, criatividade | ingenuidade - verdancy, greenness, naivety, gullibility | |
| Ingenious* – hábil, engenhoso | ingênuo - naive, ingenuous | |
| Inhabitable – habitável Example: Venus is the second-most inhabitable planet in our solar system. (Vênus é o segundo planeta mais habitável do nosso sistema solar.) | inabitável - uninhabitable![]() | |
| Injury – ferimento | injúria - offense, insult | |
| Inscription – gravação em relevo (sobre pedra, metal, etc.) | inscrição - registration, application | |
| Intend – pretender, tencionar | entender - to understand | |
| Intoxication – embriaguez, efeito de drogas | intoxicação - poisoning |
*Cuidado para não confundir ingenious (hábil, engenhoso) com ingenuous, que tem o mesmo sentido da palavra naive (ingênuo) em inglês. Muitos native speakers (falantes nativos) dão preferência para a palavra de origem francesa naive quando querem se referir a alguém ingênuo(a).
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
ENGLISH EXPERTS
English Experts: “Desafio: My sister wants to divorce” mais 1 dica | |
| Posted: 21 Oct 2011 05:00 AM PDT Olá amigos do English Experts! A participação dos leitores nos desafios aumenta a cada dia, isso nos motiva a buscar conteúdo interessante e útil para publicar aqui toda semana. Hoje vamos adicionar mais um tempero (spice), a partir de agora vamos ter uma pista que poderá ser útil na elaboração resposta. A pista de hoje é Uso do Get. Agora vamos ao desafio. Frase em Português: “A minha irmã quer se divorciar.” Erro comum em inglês: “My sister wants to divorce” Identifique o erro na frase em inglês e envie nos comentários, se possível envie também uma justificativa. A resposta será publicada amanhã neste post. Aguardo sua participação. Good luck! Nota: Desafio extraído do livro Michaelis Dicionário de Erros Comuns do Inglês. É importante observar que o erro é apresentado no livro não como algo negativo, mas como um fenômeno inerente ao processo de aprendizado. Atenção: Para acessar os recursos de áudio, vídeo ou enviar um comentário neste post, clique no link a seguir: Desafio: My sister wants to divorce. Destaques da Semana
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| Posted: 20 Oct 2011 06:00 PM PDT A culinária do Brasil é diferente em cada região por influência de várias culturas, acho que essa é a única semelhança possível da culinária brasileira com a culinária dos Estados Unidos. Com certeza um brasileiro que mora nos EUA sente falta de um arroz, feijão, bife etc. Para alguém que pretende fazer intercâmbio, isso é algo a ser considerado (para as pessoas que não comem de tudo, like me); você tem alguma noção de como é a culinária de lá? A culinária nos EUA varia de acordo com as regiões, assim como no Brasil, mas podemos dizer uma coisa: o pessoal de lá curte bastante uma “friturinha”! Mas vamos por partes. Breakfast: o café da manhã já começa bem calórico, eles costumam comer bacon, torradas com ovos fritos, hash browns (bolinho de batata palha), cereal, pão de geléia, waffles, salsicha, suco etc. Lunch: o almoço é composto geralmente de hambúrgueres (que por sinal é como um “ícone” da comida americana), batatas fritas, cookies, chocolates, hot dogs (outro “ícone”, o cachorro quente deles é feito de pão, salsinha e mostarda). Resumindo, o almoço deles é fast-food, devido ao tempo curto entre trabalho-lazer, por isso o café da manhã é mais reforçado. Dinner: o jantar é a parte que mais se parece com o nosso, exceto pelo horário, eles jantam mais cedo. Eles comem carne, salada, batata, massa, peixe, sobremesa etc. O churrasco americano é conhecido como BBQ, ele é diferente do nosso churrasco, pois acompanha molhos doces e apimentados (os barbecue sauces). Aqui no Brasil, geralmente comemos peru na ceia de Natal. Nos EUA, a tradição é comer peru no Dia de Ação de Graças – Thanksgiving, esse importante feriado é celebrado na quarta quinta-feira de novembro. Em feriados como Dia dos Pais, das Mães, Namorados, os restaurantes geralmente oferecem promoções como “dois por um”, você pode levar comida para casa (os chamados take-outs), idosos possuem descontos (acima de 65) e crianças possuem um dia ou noite da semana de passe livre. Enfim, se você for para os EUA vai ter que se adaptar no quesito “alimentação”, prepare-se. Até a próxima e bons estudos! |
DICAS DO ENGLISH EXPERTS
English Experts: How are you? – O que responder quando você não está “fine” | |
Posted: 17 Oct 2011 03:58 PM PDT
Desde que me entendo por gente, tenho visto a famosa pergunta “how are you?” ser respondida com “I’m fine”. Bom, não há nada de errado com isso, se alguém quer saber como você está, você responde “estou bem”. Mas é aí que aparece a dúvida: e se eu não estiver bem? E se quiser dizer, por exemplo, “não estou muito bem” , “estou mal” ou ainda ‘’estou mal para caramba”, como fazer? O que responder nestes casos?Primeiramente, “I’m fine” é uma resposta que se dá mesmo quando você não está bem. Isso ocorre no português também, você não vai sair dizendo para todo mundo que está mal. Muitas vezes, os motivos que te levariam a dar uma resposta negativa são muito pessoais e ninguém gosta de se expor, a não ser que se tenha uma certa intimidade ou confiança no outro. Com isso, a gente diz “I’m fine”(estou bem) mesmo quando o mundo está desabando, por questões de privacidade, etiqueta ou educação.
No entanto, se você decidir dizer que não está bem, pode fazer uso das seguintes expressões:
- Not doing so well. [ = Não estou muito bem.]
- I’ve been better. [= Já estive melhor.]
- Not too good. [= Não estou muito bem.]
- Not so good. [= Não estou muito bem.]
- Not great. [= Não estou muito bem.]
- I’m not well. [= Não estou bem./ Estou mal]
- I’ve felt better. [= Já me senti melhor.]
- Not well at all. [ = estou mal pra caramba.]
- I’ve been better. [= Já estive melhor.]
- Hanging in there. [= Segurando as pontas.]
Sim, “I’m not fine” é usado por nativos. Porém, em contextos não muito usuais, soando um tanto estranho, grosseiro ou irônico. Não é uma resposta que se espera, mesmo quando você não está no melhor dos seus dias. Prefira, por exemplo, “not too good”.
CARTA DE 2070
É um vídeo muito triste, mas real se continuarmos poluindo e degradando a natureza, as futuras gerações irão sim sofrer as consequências.
EDUCAR O EDUCADOR
http://www.eca.usp.br/prof/moran/uber.htm
De um professor espera-se, em primeiro lugar, que seja competente na sua especialidade, que conheça a matéria, que esteja atualizado. Em segundo lugar, que saiba comunicar-se com os seus alunos, motivá-los, explicar o conteúdo, manter o grupo atento, entrosado, cooperativo, produtivo.
Muitos se satisfazem em ser competentes no conteúdo de ensino, em dominar determinada área de conhecimento e em aprimorar-se nas técnicas de comunicação desse conteúdo. São os professores bem preparados, que prestam um serviço importante socialmente em troca de uma remuneração, em geral, mais baixa do que alta.
Na educação, escolar ou empresarial, precisamos de pessoas que sejam competentes em determinadas áreas de conhecimento, em comunicar esse conteúdo aos seus alunos, mas também que saibam interagir de forma mais rica, profunda, vivencial, facilitando a compreensão e a prática de formas autênticas de viver, de sentir, de aprender, de comunicar-se. Ao educar facilitamos, num clima de confiança, interações pessoais e grupais que ultrapassam o conteúdo para, através dele, ajudar a construir um referencial rico de conhecimento, de emoções e de práticas.
As mudanças na educação dependem, em primeiro lugar, de termos educadores maduros intelectual e emocionalmente, pessoas curiosas, entusiasmadas, abertas, que saibam motivar e dialogar. Pessoas com as quais valha a pena entrar em contato, porque dele saímos enriquecidos.
Os grandes educadores atraem não só pelas suas idéias, mas pelo contato pessoal. Dentro ou fora da aula chamam a atenção. Há sempre algo surpreendente, diferente no que dizem, nas relações que estabelecem, na sua forma de olhar, na forma de comunicar-se. São um poço inesgotável de descobertas.
Enquanto isso, boa parte dos professores é previsível, não nos surpreende; repete fórmulas, sínteses.
O contato com educadores entusiasmados atrai, contagia, estimula, os torna próximos da maior parte dos alunos. Mesmo que não concordemos com todas as suas idéias, os respeitamos.
As primeiras reações que o bom professor e educador despertam no aluno são a confiança, a admiração e o entusiasmo. Isso facilita enormemente o processo de ensino-aprendizagem.
As mudanças na educação dependem também de termos administradores, diretores e coordenadores mais abertos, que entendam todas as dimensões que estão envolvidas no processo pedagógico, além das empresariais ligadas ao lucro; que apoiem os professores inovadores, que equilibrem o gerenciamento empresarial, tecnológico e o humano, contribuindo para que haja um ambiente de maior inovação, intercâmbio e comunicação.
As mudanças na educação dependem também dos alunos. Alunos curiosos, motivados, facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor, tornam-se interlocutores lúcidos e parceiros de caminhada do professor-educador.
Alunos motivados aprendem e ensinam, avançam mais, ajudam o professor a ajudá-los melhor. Alunos que provêm de famílias abertas, que apóiam as mudanças, que estimulam afetivamente os filhos, que desenvolvem ambientes culturalmente ricos, aprendem mais rapidamente, crescem mais confiantes e se tornam pessoas mais produtivas.
ALGUNS PLANOS DE AULA DE LINGUA INGLESA
. Generator Theme
The importance the inventions.
3.Aims
3.1 General Aims
To develop the comprehension and production skills to a better communication and to enrich student’s vocabulary.
3.2 Specific aims
-To provide possibilities to the students to have a chance to understand the universal inventions through oral practice and writing text.
- To develop the skills of talking and writing to improve their production;
- To listen and talk to get and fix the correct pronunciation;
- To fix new words to use them in their production.
4. Contents
- Texts:
Invention of the Coca-Cola
Invention of the Anesthesia
Invention of the Car
Invention of the Television
Regular and irregular verbs
5. Syncresis
Introduction the generator theme was realized.
6. Analysis
LESSON ONE, TWO, TRHEE AND FOUR
The teacher will comment about the theme that will to be studied. The classes will be developed and expose to the students the label of soft drink.
Pre-reading:
What words will we study in this text?
The teacher will give the text:
TEXT:
Things go better with Coca-Cola
COCA-COLA
Coca-cola is enjoyed all over the world.
1,6 billion gallons are sold every year, in over 160 countries. The drink was invented by Dr. John Pemberton in Atlanta, Georgia, as a health drink on may 8, 1886, but is was given the name Coca-cola by his partner, Frank Robinson. In the first year only nine drinks a day were sold.
The business was bought by a man named Asa Condler in 1888, and the first factory was opened in Dallas, Texas, in 1895. Coca-cola is still made there. Billions of bottles and cans have been produced since 1895, but the recipe has been kept a secret.
Diet Coke has been made since 1982, and over the years many creative advertisements have been used do sell the product. It is certain that Coca-Cola will be drunk far into the twenty-first century.
John and Liz Soars, American Headway 2 Student Book, OXFORD
ORAL COMPREHENSION
1. What is this text about?
2. What this soft drink do you drink?
3. Do you know this mark of soft drink?
4-How do you know and for when discovered this mark?
NEW WORDS
Gallons, health, drink, soft drink, produced, made, sell, sold, drunk, century.
VOCABULARY
The teacher writes on the blackboard the new words what students speak.
The semantic web technique will be done from the word “soft drink”
ORAL PRACTICE
The teacher reads the new words and after, the teacher will do the oral practice exercising the pronunciation.
During the reading, questions will be done in order to enhance comprehension according to the student level.
The students will read the text in groups and individually.
WRITTEN COMPREHENSION
1-Write true(T) or false(F) in the sentences:
( ) The drink was invented by Dr. John Taylor.
( ) In the first year, only nine billion drinks a day were sold.
( ) The first factory was opened in Dallas, Texas.
( ) Diet Coke has been made since 1982.
( ) 1,6 billion gallons(about 6 billion liters) are sold every day.
( ) Coca-cola is drunk in every country in the world.
( ) It is nearly 100 years old.
ACTIVITIES:
2-Circle the strange word about text:
Gallons- year- countries-bananas
John Pemberton- Georgia- drives- partner
Business-factory-bicycles-bottles
Parks- produced-creative-century
3-Circle the strange verb about text:
Sold- given- was- flew
Invented-drink-cast-bought
Said-opened-produced-have
Has been- made-used-wrote
4-Connect the verbs with sentence:
Sold since 1895
Invented far into the twenty-first century
Drunk to sell the product
Made since 1982
Used 1,6 billion gallons
Produced by Dr. John Pemberton
5- Relate the columns:
( 1 ) to use ( ) learnt ( ) falar, falou
( 2 ) to begin ( ) read ( ) ler, leu
( 3 ) to feel ( ) thought ( ) começar, começou
( 4 ) to learn ( ) used ( ) encontrar-se, encontrou
( 5 ) to make ( ) invented ( ) ler, leu
( 6 ) to read ( ) began ( ) sentir, sentiu
( 7 ) to speak ( ) felt ( ) usar, usou
( 8 ) to think ( ) met ( ) escrever, escreveu
( 9 ) to write ( ) shook ( ) sacudir, sacudiu
( 10 ) to drink ( ) spoke ( ) fazer, fez
( 11 ) to give ( ) made ( ) dar, deu
( 12 ) to meet ( ) drank ( ) beber, bebeu
( 13 ) to shake ( ) wrote ( ) inventar, inventou
( 14 ) to invent ( ) gave ( ) aprender, aprendeu
6- Circle the verb in the puzzle:
|
1-Enjoyed 5- saw 9- sang 13- used 17- ran 21- was
2- bought 6- were 10- drank 14- grew 18- hurt 22- wore
3- made 7- won 11- flew 15- given 19- wrote 23- cost
4- chose 8- invented 12- fell 16- sat 20- paid 24- lay
7- Give the simple past of the following verbs:
1- try: ...................................................... 6- follow : ......................................................
2- destroy: ............................................... 7- dance: ........................................................
3-study: ................................................... 8- need: ........................................................
4- order: ................................................ 9- stop: ........................................................
5- shout: .............................................. 10- permit: ....................................................
DYNAMICS:
Will be realized a dynamics with students, because is necessary and important a evaluate what is the comprehension the class. Serão colocadas no blakboard figuras com pessoas realizando atividades and outras tarjas com verbos de ação. Então para cada figura o aluno deverão encontrar o respectivo verbo e sua conjugação.
TEXT PRODUCTION
The teacher will tell the students to write some word about the text and about the label presented. Write sentences, relate with the sentences about text.
LESSON FIVE,SIX,SEVEN AND EIGHT
The teacher will review the last lesson. Firstly, the teacher will ask the students:
- If they know or listened to speak about the Anesthetic?
- Do you unde-went anesthetic yet?
- What do you felt?
TEXT:

NEW WORDS:
Boon- benefício ealier-mais cedo endure- tolerar
Gun powder- pólvora make up- criar pain killer- analgésico
Phisician- médico put up with- aguentar, suportar rely on- contar com
Squirm- contorcer-se surgery- cirurgia swallow- engolir
Trial- provação wicked- perverso wield - manejar
The new words will be write in paper shreds and will be glued on the blakboard.
After, the teacher will ask the students underline the verbs in the text.
ORAL COMPREEHSION
-Have you ever had an anesthetic?
-What did you feel?
- Did it hurt ?
ACTIVITIES:
1-Complete the sentences:
a- The discovery of anesthesia was one of the clinical................................................that made up a ...........................................................in surgery.
b- Although major......................................................., such as ........................................., were performed without ..................................and......................................... seemad to put up with ....................................................pain, the was an.......................................search for .......................................................................
2-Find in the text regular verbs and irregular verbs:
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
3- Connect the verbs:
To discover consisted
To prepare expected
To accept declared
To perform introduced
To know extracted
To consist prevented
To prevent died
To use wicked
To extract declared
To die performed
To expect known
To wick accepted
To introduce discovered
To declare used
4- About the text:
a- The underline him in “The patient was hold down by assistant, while biting on something that prevented him from screaming till the end of the operation” refers to:
( ) the assistant
( ) the patient
( ) something
( ) operation
b- The underline pronouns in “most of these pain relievers were extracted from plants; they were often powerful and many patients ODed on them an died” refer respectively to:
( ) plants/ pain relievers
( ) pain relievers / patients
( ) pain relievers / pain relievers
( ) plants / plants
5- Reread the article quickly and answer:
a- What is the text about?
( ) advertising
( ) entertainment
( ) medical discovery
( ) tourism
( ) kidnapping
b- When was ether first used as an anesthetic?
( ) in 1847
( ) in 1840
( ) in 1843
( ) in the early 18 th century
( ) in 1831
c- When was chloroform prepared?
( ) in 1840
( ) in 1847
( ) in 1853
( ) in 1831
( ) in the late 18 th century
d-What did Sir James Simpson do? He was.........
( ) an anesthesiologist
( ) a surgean
( ) a dentist
( ) a physician
( ) a phisicist
e- Where were the substances used to relieve pain extracted from?
( ) gunpowder
( ) alcohol
( ) plants
( ) animals
( ) rocks
f- Before the discovery of painkillers , patients..............
( ) could not be operated
( ) had to but up with in credible pain
( ) used to scream till they died
( ) didn’t fell any pain
( ) waited till the pain subsided to be operated.
SCIENCE QUIZ
1- The telescope was invented by:
( ) Mark Twain
( ) Socrates
( ) Galileo Galilei
2- The Internet was invented by a staff of scientistis led by .............................................. in the United States in 1969. It was not used in Brazil until 1989.
( ) Bill Gates
( ) Bill Cilnpton
( ) Vinton Cerf
3- The printing press was invented by:
( ) Benjamin Franklin
( ) Johannes Gutenberg
( ) Bruce Lee
4- The telephone .......................................by .........................................in 1876.
( ) is invented/Alfred Bernarhd Nobel
( ) was invented/Alexander Grahann Bell
( ) was invented/ Tomas Alva Edison
5- Mona Lisa ..............................................by........................................................:
( ) was been painted/Leonardo di Caprio
( ) is painted/Mozart
( ) was painted / Picasso
( ) was painted / Leonardo da Vinci
( ) was painted/ Aleijadinho
6- The Teory of relativity .................................................by.......................................:
( ) is developed / James Cameron
( ) was developed/George Lucas
( ) was developed / Galileu Galilei
( ) was developed/Albert Einstein
( ) is developed/ Christopher Columbus
7- Harry Potter ..................................by.....................................:
( ) Is written/ Steven Spielberg
( ) Is written/James Cameron
( ) Was written /Stephen King
( ) Is written / J.K. Rowling
( ) Was written/ J.K. Rowling
8- Titanic, the most expensive film of all time, ..............................by.............................:
( ) was directed / George Lucas
( ) was directed / James Cameron
( ) will be directed / George Lucas
( ) will be directed / James Cameron
9- America ..........................................by ......................................in 1492.
( ) is discovered / Christopher Columbus
( ) is discovered / Christopher Reeve
( ) was discovered / Christopher Columbus
( ) was discovered / Christopher Reeve
10- Don Quixote ....................................by ...........................................................
( ) was written / Julio Iglesias
( ) was written / Miguel de Cervantes
( ) can be written / Julio Iglesias
( ) can be written / Miguel de Cervantes
11- Romeu and Julie ..............................................by............................................:
( ) is written / Picasso
( ) is written / Mozart
( ) was written / William Shaskpeare
( ) is written / William Shaskpeare
( ) is was written / Mozart
LESSON NINE, TEN, ELEWEN AND TWELVE
Firstly, the teacher will ask to the students.
-If they know or heard about Henry Ford?
-Who is the man in the picture?
-What is he doing?
-Do you own a car?
PICTURE AND TEXT:


VOCABULARY
The teacher will introduce the new words and show the picture, asking:
- What is happening in this picture?
The students will answer and the teacher will write the new words on the blackboard.
NEW WORDS
Wheels- fastest- factory- price
ORAL PRATICE
When Ford built his first car?
What was the car in the text like?
What is the car like today?
ORAL COMPREHENSION
After, reading the teacher will ask about the text.
The students will read the text individually.
WRITTEN COMPREHENSION
1- Organize the ideas:
a- so he went / to work as a mechanic/ He wanted/ to make cars
b- had enough money / to start/ By then Ford had/ the Ford Motor Company.
c- People could afford/ The model T / was now a car that many.
2- What are the regular verbs in the text?
3- Find in the irregular verbs of text.
4-Look for these verbs in the grid below.
Born- grew- want- left- wanted- work- built- were- build- take- pay- moved- had- realized- come-stopped-sold
| M | G | D | A | B | S | W | E | R | W | P | P | T | R | S | M |
| O | H | P | E | B | B | O | R | N | P | T | P | S | T | O | N |
| V | I | Q | I | V | T | R | M | T | S | T | A | K | E | R | R |
| E | N | R | O | S | S | K | E | E | G | G | Y | A | T | S | G |
| D | M | V | T | U | O | S | T | O | P | R | S | T | O | G | Q |
| T | L | B | U | I | L | D | S | R | F | G | H | B | K | R | P |
| S | J | U | X | T | D | S | B | N | N | W | A | N | T | E | D |
| O | F | I | Y | A | H | H | K | K | Ç | W | I | L | E | W | R |
| P | E | L | L | M | E | E | E | Ç | H | A | D | I | F | E | U |
| O | D | T | S | T | O | P | P | E | D | N | P | O | M | T | S |
| R | A | B | C | L | E | F | T | D | D | T | A | C | T | H | D |
| A | L | O | M | N | P | Q | R | S | T | U | V | C | O | M | E |
| E | R | E | A | L | I | Z | E | D | X | Z | Y | A | E | I | F |
5- Connect the words:
Did not a farmer assembly line
This car was different Model T sold
People could afford Ford had a dream
For $850 work as a mechanic
Method to build cars wheels bicycle
6- Write the simple past:
1- break:....................................................9- blow:....................................................
2- speak:...................................................10- fly:......................................................
3- steal:.....................................................11- drink:..................................................
4-get:........................................................12- sing:...................................................
5- wear:.................................................... 13- swin:....................................................
6- draw:.................................................... 14- go:......................................................
7- grow:...................................................15- send:..........................................................
8-throw.................................................. 16- meet:.........................................................
7-Complete the sentences with a verb from the box:

a- Henry Ford...................................to make cars.
b- When Ford ....................................making the Model T.
c- My father....................................... my bag.
d- He .....................................as a mechanic.
e- Susan .......................................the door.
f- The cars.........................................in the traffic light.
8-Orgnize the sentences:
a- three years ago / Susie/ visited Pantanal.
b- I closed / all the windows Last night.
c- last month / I read some / good novels.
d- Here for / six months / He worked.
e-program TV / I saw a very good / last night
9- Complete the sentences with the past of the verbs in parentheses
a- He...........................(kiss) her when he .................................(say) good-bye.
b- They all ........................(see) the new film with Audrey Hepburn.
c-She ..................................(call) her friend and they .............................( talk) for about two hours.
d-In the sixties, young people..................................(listen) to rock and roll music.
e- When I.............................(wake)up this morning. I ..............................(wash) my face and ......................................(brush) my teeth.
f-Lucy ....................................(have) a small breakfast. She .................................(eat) toast and.........................................(drink) coffee.
g- Billy .....................................(kiss) Lucy before he ..................................(leave).
TEXT PRODUCTION
Write sentences about a great weekend you had.
1-..........................................................................................................................................
2-..........................................................................................................................................
3-.........................................................................................................................................
4-.........................................................................................................................................
5-........................................................................................................................................
ONE LAST CRY- Marina Elali
My shattered dreams and broken heart
Are mending on the shelf I saw you holding hands
Standing close to someone else
Now I sit all alone
Wishing all my best to you
Nothing for me to do
But have one last cry
One last cry
Before I leave it all behind I’ve gotta put you out my mind this time
Stop living a lie I guess I’m down to my last cry
I was here you were there
Guess we never could agree
While the sun shines on you I need some love to rain on me
Still I sit all alone
Whishing all my feeling was gone
Gotta get over you nothing for me to do
But have one last cry
One last cry
Before I leave it all behind I’ve gotta put you out my mind this time
Stop living a lie I know I’ve gotta be strong
“Cause” round me life goes on and on and on and on
But have one last cry
One last cry
Before I leave it all behind I’ve gotta put you out my mind for the very last time
Been living a lie I guess I’m down I guess I’m down guess I’m down to my last cry.
Oral Comprehension
1. Do you know this song?
2. Who sings this song?
3. What does mean “One last cry”?
4. What is this song about?
Lesson four
Review last class, through listening and singing the song “One last cry”.
Written Comprehension
1. According to the text, this is his:
a) First love
b) First cry
c) One last cry
d) I leave it all behind
e) Dreams and broken heart
2. Observe this verse: “...Before I leave it all behind I’ve gotta put out of my mind...”
What does it mean?
a) Antes de você me deixar eu vou chorar pela última vez.
b) Vou expulsá-lo de minha mente e seguir em frente.
c) Antes de deixar tudo para trás vou expulsá-lo de minha mente.
d) Depois de deixar tudo para trás vou expulsá-lo de minha mente.
3. Complete of the according to the text, these sentences:
a) I gave my best.......... you.
b) I leave it all...........I’ve gotta put you........my mind this time.
c) Are mending...........the shelf I saw you holding hands.
d) I need some love to rain.......
4. Underline the alternative that indicates action:
a) Dreams, heart, love, you, now
b) Are, saw, broke, leave, sit
c) My, mending, close, before, we
d) All, down, lie, last, nothing
5. Write sentences with itens that indicate place in of the text.
Lesson five
Review last class, through listening and reading the song “One last cry”.
Pre-reading
The teacher will speak about the test that they will read. She will make some questions:
- Have you had a secret love yet?
- How can we say to someone that we love her/him?
The teacher will give the text “A love secret”, after the students read individually they underline the words that they don'’ know and they will write these words on the blackboard with the help of their classmates and the teacher, through the context they will try to understand to the text.
A love secret
There was a girl whose father was very jealous. Even so she had a boyfriend who loved her. To avoid problems with her father he invented a new kind of letter. He wrote:
“The great love I had for you
is gone, and my hate for you
increases every day. When I see you
I feel bad and displeased.
The only thing I want to do is to
Look the other way. I never wanted to
Marry you. I have a heart
To give, but it is not a heart
I want to give you. Do me a favor and
Do not try to
Answer this letter.
I don’t need you.
Good bye. Believe me,
Don’t think that
I am still your love.”
The girl soon understood that she had read the first line of the letter, and then the third line, and then the fifth line, and so on, till the end of the letter.
Oral Comprehension
1. What is this text about?
2. How should this letter be read?
3. How can we interpret this letter?
Lesson six
Review last class, through the reading of the text and oral comprehension.
Written Comprehension
1. Como deve ser lida a carta:
a) Do fim para o começo.
b) Saltando uma linha de baixo para cima.
c) Saltando as linhas pares.
d) Saltando sempre cinco palavras a partir da primeira.
2. Se o pai da moça lesse a carta ele pensaria que:
a) Sua filha amava o rapaz.
b) O namoro entre os dois continuava
c) O rapaz ainda amava sua filha
d) O namoro entre eles havia terminado.
3. Observe this sentence from the text and the following information:
a) A garota logo entendeu que tinha que ler a primeira linha da carta, depois a terceira, depois a quinta...
b) Havia uma garota cujo pai era muito ciumento.
c) O rapaz inventou um novo tipo de carta.
d) A garota logo entendeu que ela tinha que ler a carta do fim para o começo.
4. Write a letter to your love.
Lesson seven
Review last class, through the correction of last exercises.
Pre- reading
The teacher will speak about the text that they will read. We will read a text about the love, and comment about it.
Vocabulary
The teacher will write a word on the blackboard and the students will speak words that have relation with the teacher’s word.
After, the teacher will give the text “Love of my life”, and then the students will read the text individually. After they will listen to the song and they will sing it.
Love Of my life
Love of my life
You’ve hurt me
You’ve broken my heart
And now you leave me
Love of my life
Can’t you see?
Bring it back, bring it back
Don’t take it
‘Cause you don’t know
What it means to me
Love of my life
Don’t leave me
You’ve stolen my love
You now desert me
Love of my life
Can’t you see?
Bring it back, bring it back
Don’t take it away from me
‘Cause you don’t know
What it means to me
You will remember
When this is blown over
And everything’s all by the way
When I grow older
I will be there at your side
To remind you
How I still love you
Hurry back, hurry back
Don’t take it away from me
Because you don’t know
What it means to me
Love of my life...
Oral Comprehension
1. What is this text about?
2. Who does the writer miss?
3. Do you like to listen to music about love? Why?
Lesson eight
Review last class, through listening, reading and singing the music.
Written Comprehension
1. What is the theme of this song?
2. Who does he want to bring back?
3. Why does the writer say? “...because you don’t know what it means to me...”
4. Complete the ideas according to the text:
a) Love... my life.
b) What it means...... me.
c) You will.....
d) You... me
e) I still... you.
5. Identify the word which represents the action in the following sentences:
a) You’ve broken my heart.
b) You have hurt me.
c) And now you leave me.
d) Can’t you see?
e) You’ve stolen my love.
f) Because you don’t know.
g) Don’t take it away from me.
h) You won’t remember this word.
6. Now, write sentences about your feelings.
Lesson nine
ENGLISH TEST
Observe this dialogue:
To save money
- Hello, Peter.
- Hello, Sue.
- Where do you go now?
- I am going to the supermarket. And you?
- I am coming from the supermarket. Things are very expensive today. It’s very difficult to get money but... it’s very easy to spend it.
- We must save money and buy only what is necessary.
- That’s right. Good bye, Peter.
- Good bye, Sue.
1. What is this dialogue about?
2. Where does Peter go?
3. Where does Sue come?
4. Complete these sentences with preposition:
a) I am going ........ supermarket.
b) The cat is running ......the door.
c) I am coming ..........the supermarket.
d) I am coming...........the shop.
5. Identify the word which represents the action in the following sentence:
a) We studied the verbs last class.
b) I went in the supermarket last month.
c) I wrote a letter to my friend.
d) Today I have English Course.
6. Write sentences with the past these verbs: to be(ser, estar), to do(fazer), to go(ir), to come(vir), to eat(comer), to drink.
1..................................................................................................................................
2..................................................................................................................................
3..................................................................................................................................
4..................................................................................................................................
5..................................................................................................................................
6..................................................................................................................................
Lesson ten
The teacher will give the test to the students and she will correct it. After, she will give the song “Innocence” then they will to listen to it.
7. Observations
Referências
AMOS, Eduardo. Our Way. Editora Moderna.1992.
AGUIAR,Laura. New age English/São Paulo: Editora do Brasil,1997.
BANDEIRA,Pedro. Cavalgando o arco-íris.4.ed.São Paulo:Moderna,1991,p.8-9.
BOWEN,Mary.PETERSON, Printha Ellis. Pyramid 1:Macmillan Education Ltd 1994.
Jornal Zero Hora.928/01/1997).
MEC- Parâmetros Curriculares Nacionais. Secretaria de Educação.
SILVA, Antônio de Siqueira e; BERTOLIN, Rafael. Compact Dynamic English. Coleção Horizontes.
Revista Veja.14/03/2007.
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